Grupo Engenho Confirmado na I SAPo!

Primeiro disco - Grupo Engenho
Criado nos idos de 1976/77, o Grupo Engenho montou o show “Misantropia”, com músicas do grupo e com experiências de sombras e expressão corporal.
Marcelo e Chico Thives, do Engenho, Alisson e Claudio Frazê do Vzero e Cristaldo acabaram por se encontrarem em uma festa na UFSC chegando a tocar juntos e se identificaram numa mesma linha. O diretório acadêmico acabou convidando para participarem nesta formação de uma festa realizada nas dependências do Centro de Convivência no Campus da UFSC que chamaram de “Forró do Engenho” que se tornou tradição atraindo cada vez mais pessoas tendo inclusive de ser realizado posteriormente no Ginásio do Colégio Catarinense reunindo um público de mais de 3.000 pessoas. Isto deu experiência para o Grupo para iniciar um trabalho musical mais sério. Embora tenha surgido nestas festas, conservou-se o mesmo nome por este vir de encontro a filosofia do novo grupo.
Começou então um trabalho baseado na música popular com incursões pela música catarinense, valorizando o folclore, principalmente o Boi de Mamão, mas dentro de um contexto social e político, surgindo daí o show e disco “VOU BOTAR MEU BOI NA RUA”. Este álbum foi um marco para o grupo fazer parte do movimento de produção independente no Brasil sendo produzido pelo próprio Grupo que abriu a sua própria gravadora e foi distribuído nacionalmente pela distribuidora “independente” de São Paulo na receita do Boca Livre, que foi o grupo „independente“ de maior sucesso desta nova alternativa de produção.
O fato de seus membros serem procedentes do interior: Marcelo, de Lages; Chico, de São José; Claudio Frazê, de Rio do Sul; Cristaldo, de Urubici (Santa Catarina); e Alisson, de Cianorte (Paraná), trouxe uma bagagem positiva, que aliado às pesquisas na Ilha de Santa Catarina, fortaleceu a característica musical do grupo.
O sucesso do primeiro álbum levou o grupo a gravar outro logo em seguida, que levou o título „Engenho“ e foi o resultado de pesquisas folclóricas de campo realizadas diretamente pelos próprios integrantes do Grupo.De 1998 a 2005 o grupo ressurgiu com a formação: Marcelo Muniz (baixo, piano, bandolim, violão e voz); Cristaldo (sanfona e voz); Leleco Lemos (voz); Gilson Duarte ( bateria, percussão e voz ); Ivan Schmidt ( violão e voz ) – Gravaram o CD Movimento.Em Julho de 2011 o grupo retoma as suas atividades relembrando os sucessos da formação com a qual se tornou conhecido no final dos anos 70, inicio dos 80. Desta formação, estão de novo reunidos os músicos Alisson Mota, Marcelo Muniz, Chico Thives e Claudio Frazê tendo como convidados especiais Marcelo Besen na sanfona e Carlos Augusto Vieira no violino, assim como Manoella Vieira nos vocais.
No show realizado na UFSC, em 28 de agosto de 2011, 2.000 pessoas, entre fãs e novos entusiastas, vibraram por mais de 1 hora, com “o espírito mergulhado em nostalgia e afeto histórico”.

Discografia
• Vou botá meu Boi na Rua (1980) – Independente
• Engenho (1981) – Independente
• Força Madrinheira (1983) – Lira Paulistana-Continental
• Coletânea „Som da Gente”, RBS-Discos (1984), música „Meu Boi Vadiou“.
* Em 1987 „Meu Boi Vadiou“ foi gravada por Martinho da Vila e incluída no seu albúm „O Canto das Lavadeiras“.
• Movimento (2003)

No ano de 2011, depois de alguns anos inativo, o Grupo retorna e em 2012 realiza o show “De Trés Ont‘onte a dijáoji” no palco do Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis.

fonte: página do Grupo

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